PROFISSIONAIS DO DO “MAIS MÉDICOS” COMEÇAM ATENDIMENTOS EM NOVA SANTA RITA

Em março, o governo federal retomou o Programa Mais Médicos, abrindo 15 mil novas vagas. Três desses profissionais estão em Nova Santa Rita para atender a comunidade e garantir atendimento médico na atenção primária, porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS).

Na manhã de segunda-feira (9), o prefeito Rodrigo Battistella, recebeu os profissionais que já começaram a atuar na cidade, no seu gabinete, acompanhado do secretário em exercício Brayan Freitas e a equipe da Secretaria de Saúde.

De acordo com o líder do Executivo, o Mais Médicos compõe um conjunto de ações e iniciativas do governo para o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde do país.

“É neste atendimento que 80% dos problemas de saúde são resolvidos, por isso, precisamos investir em qualidade e acolhimento do serviço. Os profissionais que estão em nossa cidade são todos clínicos, que atendem a demanda da saúde da família, dentro das ESF, abrangendo da criança ao idoso”.

A remuneração dos médicos é feita pelo Ministério da Saúde. Battistella explica que o município auxilia na disponibilização do valor de aluguel, que é R$ 1.500, já que todos são de fora da cidade. “Além disso, tem o auxílio alimentação de 700 reais”, complementa.

Atuam na cidade, Juliana Grigol Sirtoli, formada pela Faculdade de Medicina de Olinda (FMO), no Estado de Pernambuco, na Unidade Básica de Saúde do bairro Morretes; Andres Rafael Ajete Llerena, formado pela Universidade de Camaguey, de Cuba, que atua na Unidade Móvel de Saúde e Vitória Luiza Wasser Ferreira da Paz, formada pela  Universidade Federal de Pelotas, no Rio Grande do Sul, que presta seus serviços na UBS Maria José, no bairro Caju.

Todos chegaram até Nova Santa Rita por opção. “Eles escolheram a cidade no momento em que se inscreveram para o programa. A primeira médica iniciou em julho os atendimentos, enquanto os demais, durante o mês de setembro. Estão todos habituados e temos recebido elogios da população que foi atendida por eles”. 

Conforme Brayan, o programa tem uma duração de quatro anos podendo ser prorrogado até oito anos. “Esse fator é muito importante, uma vez que aumenta o vínculo do profissional com a população, aumentando a qualidade dos tratamentos na atenção primária”, destaca.

Outro ponto observado pelo gestor é a economia. “Temos um acréscimo de três profissionais, que são pagos pelo Ministério da Saúde, o que impacta numa redução de 850 mil reais ao ano, gastos com profissionais médicos”.